Que a inflação corrói o poder de compra e aumenta os custos do empresário, isso todo mundo já sabe. Custos operacionais como os insumos, energia, salários e aluguel sobem, o que, por consequência, exige mais recursos do empresário para manter o mesmo nível de atividade.
Ontem, vi na Trading Economics que o IPCA acumulado em 12 meses em agosto de 2025 foi 5,13%. Ou seja, mesmo com uma leve desaceleração, os preços seguem em alta e pressionam a gestão financeira das empresas.
Como resultado: juros elevados, usados como instrumento para frear a inflação, elevam por consequência o custo de empréstimos e tornam mais difícil o processo de pagar dívidas e/ou financiar seu capital de giro.
Por isso, sem planejamento adequado, sua empresa pode enfrentar: i) desequilíbrio entre entradas e saídas; ii) perda de rentabilidade; iii) necessidade de antecipar recebíveis com desconto; ou (indesejavelmente em último caso) iv) depender de crédito caro.
Preservar o fluxo de caixa (principalmente em uma economia tão instável, que é a nossa) é essencial. Revisar preços, ajustar prazos, manter reservas e monitorar custos deve fazer parte da rotina de todo empresário que deseja atravessar cenários de incerteza sem comprometer o futuro do seu negócio.
